


Contemplo o lago mudo
Que uma brisa estremece.
Não sei se penso em tudo
Ou se tudo me esquece.
O lago nada me diz,
Não sinto a brisa mexê-lo
Não sei se sou feliz
Nem se desejo sê-lo.
Trêmulos vincos risonhos
Na água adormecida.
Por que fiz eu dos sonhos
A minha única vida?
Fernado Pessoa -"Comtemplo o Lago Mudo" in Cancioneiro

Fotos muito bonitas,belissima atmosfera por esses lados. :)
ResponderEliminar...excelentes fotos
ResponderEliminarBellisimo fotoblog donde imagenes y poesia se unen en un bello camino poetico.
ResponderEliminarObrigada.
PARABÉNS.
ResponderEliminarBELAS FOTOS.
Depois de 600 clics, decidi ficar com 30 para fazer uma exposição.
A aposta nesta escolha brinca com os sentidos e emoções de quem tiver a ousadia de espreitar as imagens.
Cor.
Muita cor.
Expressão.
Forma.
Conteúdo.
As obras de arte têm alma e a fotografia é uma obra saída do olhar de alguém.
Da Índia veio o sonho e a inspiração.
Na margem sul do Tejo, na Moita, teve início na 2ª feira – dia 2 de Fevereiro, a minha 1ª Exposição individual de Fotografia com 30 imagens sobre momentos que vivi na Índia, nas minhas férias de Novembro passado.
Nome da exposição:
"À Descoberta da Índia ao Ritmo dos Sentidos"
Estará aberta ao público entre os dias 2 e 13 de Fevereiro no Posto de Turismo da Moita (apenas pode ser vista nos dias úteis) com possível alargamento por mais 4 dias, até 19 de Fevereiro/2009.
Passe a palavra, p.f.
À primeira vista parecia a Pateira de Fermentelos. Muito boa para fotos de atmosferas românticas e misteriosas.
ResponderEliminarUm belo blog,parabéns.:)
ResponderEliminarNão resisto e vou levar a belissima música que está a tocar,
espero que não fique aborrecido.
um abraço
adorei a combinação de fotos e palavras.um bj.é bom repousar por aqui, de fragmentos a castelo ;)
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